Cartilha do bom desenvolvimento natural, religioso e antropossocial

23/11/2015, dia o qual eu escolhi para escrever este texto para a revista. Mas por que comecei digitando uma data? Simples! Eu preciso levá-los à reflexão de que estamos em 2015 porque o Papa Gregório XIII quis, porque usamos o calendário gregoriano. Falamos de 2015 numa lógica do CHRONUS, mas, tristemente, percebo em caráter social, econômico, científico, filosófico, histórico, linguístico e virtual que estamos muito atrasados. Mas atrasados por qual razão? O atraso é devido à falta de perceptividade temporal da própria sociedade. Como assim? Vivemos numa sociedade em que, infelizmente, pensa-se, somente, no presente, sem refletirmos sobre as implicações futuras consequentes do presente.
O homem do prazer momentâneo e da resposta rápida à solicitação é o modelo cidadão de hoje em dia. Os prejuízos causados ao próprio homem, à religião e à natureza são frutos dessa precipitação avaliada rapidamente.
Dos problemas, vou seguir a ordem NATUREZA, RELIGIÃO e ANTROPO.
NATUREZA 1
O que há na cabeça de uma pessoa que, por razão alguma, põe fogo numa mata, floresta, jardim, o que seja? Desobstrução visual? É sério que uma flor, um gramado ou uma árvore atrapalham tanto a vista? O problema não é esse. O problema não é percebido na hora, pois vem como uma avalanche, em grandiosa escala no futuro. O problema é que este que fez tanta queimada desnecessária é o mesmo que reclama do calor causado pelo sol.
NATUREZA 2
Ausência de lixeiras na rua é justificativa plausível para jogar lixo no chão? Eu acho um absurdo o recolhimento de multa de cidadãos que jogam lixo nas ruas da cidade do Rio de Janeiro. Essa multa nem deveria existir. Essa é uma questão de caráter e não de ausência de conscientização, porque na escola, nas instituições religiosas e nas famílias sempre falaram sobre o lixo. E aqueles que estão ausentes a esses grupos são muito educados e não cometem esse erro -sim, falo dos mendigos.
NATUREZA 3
Água. Preciso falar mais alguma coisa? Lavar calçada não é atitude sustentável.
RELIGIÃO – parágrafo único
O fanatismo é expressão da burrice. O fanático é aquele que acredita que a sua verdade é única e tenta impor seu pensamento aos outros, sem pensar na livre liberdade de escolha. O respeito é fundamental e, às vezes, basta uma atitude bossal de um membro de uma instituição religiosa para manchar todo o grupo.
ANTROPO – parágrafo único
O jovem revolucionário pró-maconha que tenta, falha e miseravelmente, comparar a substância cannabis sativa à cevada fermentada defende o uso e a liberação da droga porque justifica blá-blá-blá. Na verdade, nada do que esse jovem fala é aproveitável. Ele só está pensando, como em todos os tópicos anteriores, no prazer momentâneo, desconsiderando a dissolução exagerada dos neurônios, atrapalhando processos educacionais futuros.

 

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